Uma técnica que acessa memórias e tensões guardadas além da linguagem — para destravar processos que a psicoterapia verbal, sozinha, às vezes não alcança.
Brainspotting parte de uma ideia simples: "onde você olha afeta como você se sente".
Desenvolvida a partir de descobertas da neurociência, a técnica utiliza pontos específicos do campo visual para acessar regiões cerebrais profundas, onde experiências difíceis ficam armazenadas de forma não-verbal.
Diferente da psicoterapia tradicional, que trabalha principalmente pela fala, o Brainspotting permite acessar diretamente o que o corpo guarda — sensações, tensões e memórias que muitas vezes resistem às palavras.
Partimos de uma questão, sensação corporal ou memória que você deseja processar.
Identificamos juntas o ponto do campo visual associado a essa ativação interna.
Com escuta atenta, acompanho o processo enquanto o cérebro reorganiza a informação.
Experiências difíceis que ainda geram impacto no presente.
Tensões e ativações que parecem não ter origem clara.
Padrões repetitivos que se originam em experiências antigas.
Crenças profundas sobre o próprio valor e capacidade.
Não. É utilizado como uma ferramenta complementar dentro de um processo terapêutico mais amplo, nunca isoladamente.
Não necessariamente. O processo pode ocorrer com pouca verbalização, já que trabalha diretamente com o sistema nervoso.
Sim. É conduzido dentro de um setting clínico estruturado, respeitando sempre o seu ritmo e seus limites.
Varia de pessoa para pessoa. Isso é avaliado ao longo do processo, de acordo com a demanda trabalhada.